E-Commerce ganham crescimento sustentável com novas tecnologias de pagamentos

E-Commerce ganham crescimento sustentável com novas tecnologias de pagamentos
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O comércio eletrônico no Brasil não segue diretrizes comuns de mercado e cresce independentemente de qualquer cenário adverso da economia, traduzindo-se em um dos mais promissores negócios na retomada do varejo brasileiro. A ABComm, associação do setor no país, já estimou mais de R$ 60 bilhões a serem movimentados até o final de 2017, ultrapassando o crescimento de 11% apresentado no ano passado.

 

Portanto, o esforço das marcas brasileiras investindo em canais de vendas digitais tem sido recompensado com números positivos. E com grandes resultados, chegam – naturalmente – os desafios do crescimento. Nesse ponto, a outra boa notícia é que o comércio eletrônico brasileiro continua avançando em sua profissionalização e tem à sua disposição tecnologias avançadas para vencer as principais barreiras na manutenção de um setor naturalmente eficiente e competitivo.

 

Muitos desses pontos de atrito, que prejudicam a conversão, estão relacionados ao momento do check-out. Até pouco tempo atrás, a visão tradicional de que pagamentos serviam apenas como etapa do ciclo de compras, pouco inteligentes e com papel secundário na estratégia de negócios, está com os dias contados. O aplicativo de transportes 99, por exemplo, apresentou aumento de 5% nas taxas de aprovação apenas pelo uso de tecnologias mais avançadas de adquirência, o que significou um incremento de milhões na receita – que seriam perdidos por falsos positivos.

 

Atualmente, os principais varejistas e serviços digitais estão adotando tecnologias que permitem a globalização e a obtenção de insights de dados. O maior avanço está na integração de todas as etapas do ciclo de pagamentos em uma única plataforma global, integrando a loja à um gateway, um sistema de gestão de risco e um adquirente.

 

Diante do mosaico de fornecedores envolvidos nas plataformas tradicionais, os comerciantes não tinham uma visão dos bastidores de seus pagamentos e escolhiam fornecedores baseados apenas no menor preço. Não sabiam, contudo, que estavam ligados a sistemas antiquados, despreparados para atender às necessidades dinâmicas e particulares do e-commerce.

 

Entre as principais consequências disso podemos listar diferentes contratos, custos e equipes maiores, mais esforço na conciliação de relatórios e quedas nas taxas de aprovação das transações processadas.

 

Com o desenvolvimento de tecnologias mais avançadas, como a plataforma integrada ponta a ponta da Adyen, abrir essa caixa preta de dados de toda a cadeia de pagamentos e mostrar o potencial de business intelligence não é mais um desafio, e sim uma oportunidade. E a resposta com isso fica clara: pagamentos não são commodities, e sim geradores de receita e serviço de valor agregado , baseados em inovação.

 

E gerar receita com pagamentos  não é um bicho de sete cabeças. É usar a automação para encontrar o equilíbrio entre bloqueio de fraudes e falsos positivos, deixando a revisão manual com o mais alto nível de precisão; trazer mais eficiência aos processos internos com a redução do número de contratos e informações a serem conciliadas; gerar insights baseados no tratamento de dados para apontar as razões de cada transação negada e combatê-la; e mitigar a perda de vendas por indisponibilidade de um dos parceiros na cadeia tradicional de fornecedores.

 

Para os próximos anos, o ciclo de pagamentos continuará sendo um dos mais importantes pilares do processo de compras e a forma como as empresas lidam com essa etapa impactará na competitividade do setor. Felizmente, o avanço das fintechs no país aumenta a possibilidade de valiosas parcerias para oferecer a oportunidade de transformar uma commodity de pagamentos em receita adicional e gerar parcerias sustentáveis para o crescimento exponencial do e-commerce brasileiro, destacando os nossos players no cenário global dos cases de sucesso.

 

Fonte: https://ecommercenews.com.br